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Quem são os profissionais da virada do século

Neste ano de 2018, muitos jovens chegam a maioridade e um dos principais desafios é entrar no mercado de trabalho numa época de crise econômica. Mas especialistas garantem, eles têm muito a oferecer às empresas


O ano de 2018 é emblemático para uma geração, em especial para quem nasceu na virada do século e atinge a maioridade com o desafio de se inserir no mercado de trabalho. A geração Z, de fato, tem um grande desafio pela frente, afinal na recente crise econômica no País, os trabalhadores mais jovens são os que mais têm sofrido com o desemprego. Pesquisa do IBGE divulgada em novembro, mostrou que entre 2012 e 2016, saltou de 4 milhões para 6,3 milhões o número de jovens com idade entre 16 e 29 anos sem trabalho regular.


Mas esses jovens trabalhadores, que nasceram quando a internet já havia se consolidado como uma plataforma de comunicação, e com considerável influência no mundo dos negócios, têm qualidades que são muito bem aproveitadas pelas empresas, mesmo não tendo muita experiência.


Conexão, facilidade de aprendizado e dinamismo. Essas são algumas das características que marcam esta nova geração, relata a doutora em psicologia Lúcia Kratz. “Eles são muito antenados com a tecnologia, inovação, games, ou seja, tudo que é ligado à internet e facilidade de conexão. Também podemos destacar que são multitarefas e interativos”, explica a especialista.


O estagiário da Loft Construtora e Incorporadora, Erik Oliveira Moreira, de 17 anos, que cursa o Ensino Médio, preenche bem este perfil. Ele nasceu quando o telefone celular já se popularizava no Brasil e enquanto crescia, a internet, artigo de poucos, viveu uma verdadeira explosão.


Aprendem mais rápido


Trabalhando no departamento pessoal, Erik considera o mercado de trabalho muito informatizado, o que para ele foi uma vantagem. “Eu penso que os jovens têm mais facilidade em aprender e nas empresas acredito que isso seja um diferencial dessa geração”, avalia. O adolescente está na empresa desde o final de 2015, quando trabalhou como jovem aprendiz, até ser contratado como estagiário em 2018.


Estas competências foram as responsáveis pela manutenção de Erik na construtora, após o fim do contrato como jovem aprendiz. “A facilidade de aprendizado é o que mais chamou a atenção no Erik. Estes jovens têm uma facilidade de aprendizado muito grande”, elogia o analista de Recursos Humanos da Loft, Márcio Vieira.


Para Lúcia Kratz, toda geração nova também traz desafios. Embora considere muito cedo para fazer uma avaliação, já que eles começaram a integrar o mercado de trabalho agora, a especialista faz alguns alertas sobre o perfil desses jovens profissionais. “Apesar de dinâmicos, eles podem ser menos resilientes do que as gerações passadas. Por isso precisam de um plano de carreira e envolvimento em projetos paralelos. Nem todas as empresas estão preparadas para estas mudanças, tanto gerenciamento quanto estruturalmente”, explica a especialista.


Na FR Incorporadora, o estudante de engenharia civil, Carlos Henrique Barroso da Silva, 18 anos, também faz parte desse novo perfil de profissional que chega ao mercado de trabalho. Ele se destacou em um grupo contratado dentro do Programa Jovem Aprendiz, que leva para empresa jovens entre 14 e 24 anos, para execução de trabalhos administrativos. O desempenho, dedicação e empatia com a atividade da empresa fizeram com ele fosse convidado para fazer parte do quadro efetivo, um mês antes de finalizar o contrato.


Ainda comemorando o recente ingresso na faculdade de engenharia civil, a passagem pela FR é a primeira de Carlos no mercado de trabalho formal e o jovem já reflete sobre os seus primeiros passos dentro da profissão escolhida. “Penso muito em aprender aqui dentro, já posso, aos poucos, entender como é esse universo”, avalia.


Carlos é filho de pais autônomos, mas preferiu seguir com trabalho de carteira assinada por acreditar que está tendo uma “oportunidade imensa”, principalmente por ter conseguido um serviço na área de seu curso acadêmico. “Trabalhar o dia todo, estudar no outro período é bem desgastante, mas é preciso trabalhar e trilhar um bom caminho”, relata, demonstrando o fato de que é preciso, acima de tudo, esforço.


Segundo Jorge Menezes, gestor de Departamento Pessoal da FR Incorporadora, é uma prática comum da empresa aproveitar esses jovens talentos, mas é preciso ficar de olho naqueles que se destacam dos demais. “O pessoal mais jovem tem muita energia, eles são conectados com as novidades tecnológicas, interessados e com muita facilidade de aprendizado. Quando um deles se destaca e demonstra interesse pela atividade da empresa, nós tentamos manter ele no nosso quadro”, afirma o gestor.


Aprendendo com o novo


"É preciso ensinar, mas também se aprende muito com quem chega". A frase é do famoso educador e filósofo brasileiro, Mário Sérgio Cortella, e traduz bem o que ocorre na Fast Açaí, que busca sempre aproveitar as novas ideias e novas práticas trazidas pelos jovens.


O diretor de Recursos Humanos da empresa, Pedro Lima, explica que o jovem normalmente entra como estagiário e essa vivência deles, tanto no universo acadêmico quanto no mercado de trabalho, enriquece muito as atividades do dia a dia. “As novidades sempre chegam primeiro nas universidades e esses jovens são nosso elo com esse mundo moderno”. Para Lima, a contribuição desses jovens universitários está na forma como eles fomentam essa troca de informações.


Pedro Lima explica que na Fast Açaí a política é ter estagiários e abraçar essa juventude com o objetivo de descobrir novos talentos. “Queremos ser esse celeiro de descobertas, um ambiente onde o estudante possa vir, aprender, contribuir, e levar o nome da nossa empresa pelo mundo”. Segundo o gestor, a Fast Açaí já é uma referência de formação profissional e diversos aprendizes que passaram por lá, estão se destacando no mercado.


O estudante de administração Nathan Nunes Rodrigues, de 20 anos está na cota de jovens da Fast Açaí. Ele atua em três setores: compras, emissão de notas, e planejamento. Ele está no 4º período de Administração de Empresas, estuda de segunda à sexta-feira no período matutino e cumpre estágio remunerado no período vespertino. Nathan tem uma característica típica dos jovens de hoje, uma motivação que não se restringe ao aspecto financeiro, e foca mais o crescimento pessoal e profissional. “Eu tinha um emprego com salário melhor, mas vi aqui a oportunidade de aplicar os meus conhecimentos que adquiri na faculdade”. O colaborador confirma que a Fast Açaí é sempre receptiva às novidades trazidas pelos mais jovens. “Sempre trago ideias e, felizmente, sempre me ouvem”, diz o estudante universitário.


Fonte http://www.segs.com.br/seguros/113171-quem-sao-os-profissionais-da-virada-do-seculo

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